quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Recomeçar

Vídeo para encerrar o mês vocacional! É sempre necessário recomeçar e fazer a vontade de Deus!

Cantinho de Maria

Viver Dentro

Queremos converter-nos, Senhor. Até agora, vivemos "fora"; doravante devemos viver "dentro", como Maria.

Porque até o viver "fora", voltados para o próximo ou para as obras - mesmo que seja por amor a Deus - se não for corrigido por uma força espiritual que atrai a alma continuamente para o seu íntimo, pode tornar-se motivo de divagação, com muito tagarelar inútil, com "coisas santas" dadas aos "cães".

Viver "dentro", crescer interiormente, desapegar-se de tudo, não para ficar suspensos entre o céu e a terra, mas "enraizados" no Céu, fixados no Coração de Cristo, através do Coração de Maria, em uma vivência trinitária, prenúncio da vida que virá.

Viver "dentro" e só oferecer ao próximo a seiva que jorra do Céu dentro de nós, para servi-lo realmente e não escandalizá-lo com a nossa demasiado pouca santidade.

Viver "dentro", como Maria, a inatingível, a Mãe amada, a Rainha, o Guia, que vence Satanás ancorada em Deus e não com atitudes exteriores que lhe são remotas como a terra, do céu.

Viver "dentro", suspensos na Cruz por nossas mãos, para que Cristo continue, inclusive por meio de nós, a obra de reunificação de um mundo farsante que sofre, que espera, que quer esquecer, que teme, que dá dó ao nosso coração hoje, como a multidão, ontem, a Jesus.

Viver "dentro" para arrastar o mundo que só vive "fora", para os abismos dos mistérios do espírito, onde nos elevamos e repousamos, recebemos conforto e ganhamos novas forças, e retomamos alento para voltar à terra e continuar a batalha cristã até a morte.

Chiara Lubich

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Música da Semana!

Boa tarde!
Nessa semana desejamos que você cante com a música: "E agora sem forças eu sou prisioneiro do mais belo amor do doce Jesus, do meu bem da Cruz!", sabendo que só é verdadeiramente livre quem se deixa aprisionar pela vontade do Senhor! E só se deixa aprisionar por esta vontade quem tem o coração seduzido pelo Pai!
Então é isso o que desejamos que você viva nesta semana que encerra o mês vocacional! Que você se deixe seduzir pelo Senhor e assim não se conforme com este mundo, mas antes o transforme!
Tenha uma ótima semana!
Esperamos vocês amanhã em nossa nova casa, para rendermos ao Senhor toda a gratidão!
A paz!

Convite para Santa Missa em Ação de Graças


Esperamos por você!

domingo, 28 de agosto de 2011

Adoração na Paróquia Santíssimo Sacramento


Bom dia!


Convidamos você a adorar conosco nessa madrugada! 


Estaremos na Paróquia Santíssimo Sacramento, na 606 sul, de 03h às 06!


Venha agradecer ao Senhor por todas as obras que Ele realizou em sua vida nesse mês vocacional!


Que o Senhor os abençoe!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Perfumes de São Pio

"Quanta malícia há em mim!"
Resposta: Fique tranquilo com esta convicção, humilhe-se e não te agites.

Tem cuidado! Jamais te sinta desencorajada por ver-te rodeada de enfermidades espirituais. Se Deus te deixa cair em alguma debilidade, não é porque te abandonou e sim para estabelecer em ti a humildade e fazer-te mais cuidadosa com o futuro.

Mantenha-se sempre apegada a Santa Igreja Católica, porque somente ela pode te dar a verdadeira paz, já que só ela possui Jesus Sacramentado que é o verdadeiro Príncipe da Paz!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Curso de Espiritualidade na Arte - Comunidade Shalom


Catequese do Papa Bento XVI sobre a JMJ 2011

Queridos irmãos e irmãs,        

Hoje gostaria de dedicar um breve pensamento de coração sobre os extraordinários dias passados em Madri, na 26ª Jornada Mundial da Juventude. Vocês sabem, foi um evento eclesial emocionante; cerca de dois milhões de jovens de todos os continentes viveram, com alegria, uma formidável experiência de fraternidade, de encontro com o Senhor, de partilha e de crescimento na fé: uma verdadeira cascata de luz.    

Agradeço a Deus por este dom precioso, que dá esperança para o futuro da Igreja: jovens com o firme e sincero desejo de enraizar suas vidas em Cristo, permanecer firmes na fé, caminhar juntos na Igreja.

Um obrigado a todos aqueles que trabalharam generosamente por esta Jornada: o Cardeal Arcebispo de Madri, seus Auxiliares, os outros bispos da Espanha e de outras partes do mundo, o Pontifício Conselho para os Leigos, sacerdotes, religiosos e religiosas, leigos... Renovo meu reconhecimento às Autoridades espanholas, às instituições e associações, aos voluntários e àqueles que oferecerem seu apoio na oração. Não posso esquecer a calorosa recepção que recebi de suas Majestades, os Reis da Espanha, como de todo o país.       

Em poucas palavras naturalmente não posso descrever os momentos tão intensos que vivemos. Tenho em mente o entusiasmo irreprimível com o qual os jovens me receberam, no primeiro dia, na Praça de Cibeles, suas palavras cheias de expectativas, o forte desejo de se orientarem sobre a verdade mais profunda e de radicar-se nela, aquela verdade que Deus nos deu de conhecer em Cristo.  

No imponente Monteiro de El Escorial, rico de história, espiritualidade e cultura, encontrei as jovens religiosas e os jovens docentes universitários. Primeiro, às jovens religiosas, recordei a beleza da vocação delas, vivida com fé, e a importância do serviço apostólico delas e seu testemunho profético. E permanece em mim a impressão do entusiasmo delas, de uma fé jovem, cheia de coragem em relação ao futuro, de vontade de servir assim a humanidade.        

Aos professores recordei de ser verdadeiros formadores das novas gerações, guinado-se na busca da verdade não só com as palavras, mas também com a vida, cientes de que a verdade é o próprio Cristo. Encontrando Cristo, encontramos a verdade. 

A noite, na celebração da Via Sacra, uma multidão variada de jovens reviveu com intensa participação as cenas da paixão e morte de Cristo: a cruz de Cristo dá muito mais do que o que é necessário, dá tudo, porque nos leva a Deus.

O dia seguinte, a Santa Missa na Catedral da Almudena, em Madri, com os seminaristas: os jovens que querem enraizar-se em Cristo para tornarem-se depois Seus ministros. Espero que cresçam as vocações ao sacerdócio! 

Entre os presentes haviam alguns que tinham ouvido o chamado do Senhor justamente nas Jornadas da Juventude anteriores; estou certo que, também em Madri, o Senhor bateu às portas dos corações de muitos jovens para que o sigam com generosidade no ministério sacerdotal ou na vida religiosa.      

A visita a um centro para jovens com diversas deficiências físicas me fez ver o grande respeito e amor que se nutre para cada pessoa e me deu a ocasião de agradecer aos milhares de voluntários que testemunham silenciosamente o Evangelho da caridade e da vida.          

A Vigília de Oração, a noite, e a grande Celebração Eucarística conclusiva, no dia depois, foram dois momentos muito intensos: a noite uma multidão de jovens em festa, nada intimidados pela chuva e pelo vento, permaneceu em adoração silenciosa a Cristo presente na Eucaristia, para louvá-lo, agradecê-lo, pedir a ele ajuda e luz. E depois, no domingo, os jovens manifestaram a exuberância e a alegria de celebrar o Senhor na Palavra e na Eucaristia, para juntos sempre mais a Ele, reforçar sua fé e a vida cristã.   

Num clima de entusiasmo encontrei os voluntários e os agradeci pela generosidade deles. E, na cerimônia de despedida, deixei o país levando no coração aqueles dias como um grande dom.        

Queridos amigos, o encontro de Madri foi uma estupenda manifestação de fé para a Espanha e para o mundo antes de tudo. Para a multidão de jovens, provenientes de cada ângulo da Terra, foi uma ocasião especial para refletir, dialogar, trocar experiências positivas e, sobretudo, rezar junto e renovar o empenho de radicar a própria vida em Cristo, Amigo fiel.         

Estou certo que eles retornaram a suas casas e retornam com o firme propósito de ser fermento na massa, levando a esperança que nasce da fé. Da minha parte, continuo a acompanhá-los com a oração, para que permaneçam fiéis aos empenhos assumidos. À materna intercessão de Maria, confio os frutos desta Jornada.

E agora quero anunciar os temas das próximas Jornadas Mundias da Juventude. Aquela do próximo ano, que se desenvolverá nas dioceses, terá como tema: “Alegrai-vos sempre no Senhor!”, da Carta aos Filipenses (4,4); enquanto na Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, o tema será o mandamento de Jesus: "Ide e fazei discípulos todos os povo!” (cfr Mt 28,19). Desde já, confio às orações de todos para a preparação destes encontros muito importantes. Obrigado.  

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Meu amigo é santo!


Nós que temos mais de vinte anos podemos bater no peito e afirmar que somos de uma geração capaz de gerar santos. Isso não é uma teoria "desencarnada", alienada ou "espiritualóide". É fato! Contra fatos não há argumentos! Nós poderemos dizer às gerações futuras que vimos um santo caminhar em nosso meio e muitos de nós poderão até mesmo afirmar que estiveram com ele, tocaram suas mãos ou chegaram bem perto dele. Mesmo que quiséssemos não vamos poder nos enganar e continuar afirmando que santidade é coisa do passado ou fora do alcance dos que nasceram depois da virada do século XX. João Paulo II é um exemplo de que santidade é possível mesmo nos dias de hoje.

Alguns mais “do contra” poderiam afirmar que esse grande Papa vai se tornar santo porque convém aos interesses da Igreja. Será que é isso mesmo? Até onde podemos lembrar, não foi nenhum cardeal que o aclamou santo pela primeira vez, mas sim uma multidão formada de milhares de jovens – presentes na Praça de São Pedro durante o seu velório e sepultamento – os quais gritavam a todo o momento: “Santo já!”. Bem, você “do contra” poderia até formular qualquer ideia conspiratória para explicar tal fato, mas nós preferimos àquela explicação mais antiga que afirma: "A voz do povo é a voz de Deus".

Modéstia à parte, não há como negar que não existem pessoas melhores para testemunhar a santidade de João Paulo II do que nós jovens. Entre o Pontífice e cada um de nossa geração não havia uma relação de autoridade somente, mas uma verdadeira amizade expressa com a vida, com o zelo, carinho, cuidado e amor, manifestada pelos dois lados. João Paulo II nos dizia da Verdade e nós buscávamos responder a ele lotando estádios, campos, nos reunindo aos milhões, somente porque queríamos escutá-lo. Não queríamos escutar somente um homem vestido de branco, mas um amigo, que, antes de tudo, era amigo da Verdade, amigo de Deus.

Foi a certeza de que a primeira amizade dele era com Deus que nos atraiu a ele. Nós jovens buscamos a Verdade, um para que viver, uma vida coerente com o chamado feito por Deus a cada um de nós e João Paulo II sempre nos ofereceu isso. Não somente nos ofereceu, mas insistiu, correu atrás, deu o primeiro passo, foi ao nosso encontro, mesmo quando buscávamos outros ideais mais humanos, mais materiais, mais violentos. Éramos somente jovens em busca da verdade, mesmo que a buscássemos em lugares errados, e ele sabia disso, por isso, se lançou até nós. Como um amigo ele lutou e não desistiu de nós.

Isso nos conquistou, nos fez parar para vê-lo passar, para escutar suas palavras, mesmo que elas denunciassem tantas mentiras em nossas vidas que se estabeleciam como falsas verdades. Enquanto o mundo nos convidava a ser livres, a ser donos de nossos corpos, a lutar pelo prazer, pela realização pessoal a qualquer custo, João Paulo II nos convidava a nadar contra a correnteza, a ir para águas mais profundas, a dar uma resposta diferente, a ser santos. 

Santidade que era coisa do passado, coisa ultrapassada, no entanto, nas palavras do saudoso Pontífice e com sua vida, esta se tornou realidade atual, capaz de ser vivida por nós jovens que tomamos refrigerante, comemos hambúrguer e vestimos calças jeans. Aquilo que antes era distante, para poucos, foi se tornando cada vez mais próximo. Pelas palavras do "Papa dos jovens" a santidade se tornou meta de nossas vidas.

Como amigo de verdade, ele nos apresentou Jesus Cristo, a verdadeira Verdade, pela qual nós devemos gastar as nossas vidas, e fonte da verdadeira felicidade. Ao se tornar próximo de cada jovem como um amigo, João Paulo II nos tornou próximos de Deus, de Sua Mãe, dos santos, do céu. Sua amizade com Deus foi transmitida a nós como herança, e nós continuamos lutando para honrá-la com as nossas vidas.

Mas você que é “do contra”, o questionador, ao ler este texto, pode dizer que nós já declaramos santo alguém a quem a Igreja acaba de proclamar beato. É, dessa vez você tem razão! Mas não temos medo nenhum de chamar de santo um amigo, alguém que verdadeiramente conhecemos.

Nós jovens só continuamos afirmando aquilo que gritávamos diante de todo o mundo há alguns anos. Afinal, é só uma questão de tempo!

Ao declarar João Paulo II beato e futuramente santo, a Igreja só vai constatar e reafirmar aquilo que o povo de Deus já havia experimentado no coração. Modéstia, mais uma vez à parte, só um amigo de verdade pode falar do outro com propriedade. No caso de João Paulo II, em vez de falar, nós jovens preferimos gritar para o mundo ouvir: meu amigo é santo!

Seu irmão,
Renan Félix

Cantinho de Maria

Maria, "explicação" de Deus

A mãe não deixa de amar o filho se ele é mau, não deixa de esperá-lo se ele está longe, nada mais quer do que reencontrá-lo, perdoá-lo, reabraça-lo, porque o amor de uma mãe perfuma tudo de misericórdia. O amor de uma mãe paira sempre acima de qualquer situação dolorosa ou condição penosa em que seu filho se encontra.

É um amor que jamais esmorece diante de qualquer borrasca moral, ideológica ou de outro tipo, que possa envolver o filho.

O seu amor, por estar acima de tudo, é um amor que tudo quer encobrir, ocultar.

Se uma mãe vê seu filho em perigo não hesita em arriscar seja o que for; em jogar-se sob as rodas de um trem, se ele estiver ameaçado de ser atropelado; ou nas ondas do mar, se estiver em perigo de se afogar. Porque o amor de uma mãe é por natureza mais forte que a morte. Ouvi dizer que, recentemente, uma mãe se lançou de uma sacada, na tentativa de salvar o filhinho que lhe escapara dos braços: um ato em vão e de desespero, mas que demonstra quão grande é o amor de uma mãe.

Pois bem, se é assim com mães normais, pode-se muito bem imaginar como é com Maria, Mãe humano-divina do Menino, que era Deus, e Mãe espiritual de todos nós!
Maria é a mãe por excelência, o protótipo da maternidade e, portanto, do amor.
Mas, como Deus é o Amor, Ela se nos mostra como a "explicação" de Deus, um livro aberto que explica Deus.
Em Deus o amor foi tão grande que o fez morrer por nós a morte mais cruel.
Isso para nos salvar, justamente como o bem do filho é a motivação do amor de uma mãe.
Maria, por ser Mãe divina, é a criatura que mais copia Deus e mais no-lo mostra.

Devemos reacender nossa fé no amor de Maria por nós, devemos crer que é desse modo que Ela nos quer bem. E imitá-la, pois Ela é o modelo de todo cristão e o caminho direto que leva a Deus.

Chiara Lubic

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Adoração ao Santíssimo


Olá!


Bom dia!

Estamos de mudança e hoje será nossa última Adoração na QNJ 22, casa 32!

Convidamos você que viveu algum momento de intimidade com o Senhor nesta capela a vir à nossa casa hoje, às 20h30, para rendermos ao Senhor toda a gratidão por esse tempo que estivemos na QNJ!

Sua presença será muito importante!

A paz!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Porque para Deus nada é impossível‏


 Considera com que justa disposição refulgiu, já antes da assunção, o admirável nome de Maria por toda a terra. Sua fama extraordinária por toda a parte se espalhou antes que sua magnificência fosse elevada acima dos céus. Pois convinha que a Virgem Mãe, em honra de seu Filho, primeiro reinasse na terra, em seguida, fosse recebida gloriosa nos céus. Fosse amplamente conhecida na terra, antes de entrar na santa plenitude. Levada de virtude em virtude, fosse assim exaltada de claridade em claridade pelo Espírito do Senhor.
    
Presente na carne, Maria antegozava as primícias do reino futuro, ora subindo até Deus com inefável sublimidade, ora descendo até os irmãos com inenarrável caridade. Lá recebia os obséquios dos anjos, aqui era venerada pela submissão dos homens. Servia-lhe Gabriel com os anjos; ao lado dos apóstolos servia-lhe João, feliz por lhe ter sido confiada a Virgem Mãe a ele, virgem. Alegravam-se aqueles por vê-la rainha; estes por sabê-la senhora.


Das homilias de Santo Amadeu, bispo de Lausana.



Música da Semana!

Bom dia!
Nesta semana, que começamos com Nossa Senhora cantando o Magnificat, desejamos que você também entoe um hino de louvor ao Senhor!
Que ela seja seu exemplo de como olhar para sua história e encontrar as maravilhas que Deus realiza! Que seja também o exemplo de como render a Ele toda a gratidão! Que ela te acompanhe nestes dias, e, ao lado da Senhora do Sim, você exclame ao Senhor: Meu Salvador, Poderoso, cujo nome é Santo para sempre!
A paz!

sábado, 20 de agosto de 2011

Sua Vocação é linda! Assuma-a!

Hoje eu digo para você: seja em que ponto você esteja na sua trajetória, assuma hoje a sua vocação. Há uma vocação para você. Existe. Claro que existe! Esta aí! É bíblico: Deus já criou você em vista das boas obras que Ele preparou, de antemão, para que você investisse a sua vida nelas.
E não pense que existem vocações "maiores" e "menores". Quem é maior? Meu pai Dom Bosco ou a mãe dele, mamãe Margarida? É difícil dizer! São João Bosco já é santo e tudo isso... Não é? A mãe dele ainda não é. Mas eu não duvido nada de que ela foi tão santa quanto ele. Só que o filho se projetou e a mãe não. Porque a mãe ficou ali na "sombra" de ser mãe, lá num lugarejo da antiga Itália ajudando seu filho.          
E a história se repete: não pense que a sua vocação de mãe, sua vocação de esposa, de dona de casa, seja menor do que a minha vocação sacerdotal ou de alguém que se consagra numa vida religiosa. Não! Não existe vocação "maior" e vocação "menor".           

O beato João Paulo II, para ter sido o Papa João Paulo II, precisou ter um pai e uma mãe. Ele teve um pai e uma mãe. A vocação dos pais do beato João Paulo II foi a de ser esposos e, assim, dar à luz, criar, educar, formar e dar a Deus aquele que foi João Paulo II. E, para Deus, João Paulo II e seu filho - ou sua filha - são iguais. Porque, inclusive, todos eles têm vocação ao céu.   
Seus filhos precisam chegar ao céu! Cada um deles. E isso realizando a própria vocação. A sua vocação é linda! Ela é sublime. Ela "custa" suor, sangue e lágrimas. Custa e vai custar. Sua vocação é linda e é preciso que você a assuma.          

Veja: a nossa vocação não é somente algo natural, não! Você está formando homens e mulheres para Deus, para o céu. Jesus disse a Pedro e a André, a Tiago e a João:
 "Vinde após mim, e eu farei de vós pescadores de homens".   

Gente, todos nós nesta caminhada, nesta trajetória, somos pescadores de homens. Você, como pai de família,
 não é apenas um "burro de carga" trabalhando, trabalhando e trabalhando para sustentar a sua casa e os seus filhos. Não! Você não o é. Você não foi feito para trabalhar como um "burro" - me desculpe! - não o foi. Graças a Deus, não o foi. Você também é pescador de homens.           

Você como mãe, você como esposa, não existe apenas para ficar fazendo os trabalhos caseiros que não são de menor importância não! Você não é apenas uma lavadeira, uma cozinheira... Não! Você é uma pescadora de homens. E como você pode realizar isso? Na sua casa. E muito mais - muito mais! - onde você está. No lugar onde você reside e no meio de seus parentes, amigos e vizinhos. No seu local de trabalho, onde você tem os seus colegas de serviço. Lá na sua paróquia. Você tem aí, nestes lugares, as almas que Deus, de antemão, já preparou para que você as fecundasse, as preparasse e levasse pelos caminhos d'Ele, para que estas almas sejam d'Ele. Você é pescadora de homens!      

E eu digo aos pais: assumam a sua vocação de pais e esposos. E assumam também a sua vocação de pescadores de homens dentro do seu caminho, dentro do seu chamado. E eu digo também aos pais: pelo amor de Deus, não impeçam a vocação de seus filhos!      

Gente, como infelizmente os pais, por uma incompreensão, por um cálculo totalmente humano, por uma "previdência" humana, querem estabelecer - por si próprios - o caminho de seus filhos! Já querem que seu filho seja "isso", ou que a filha seja "aquilo", que faça "este" estudo, que vá para "esta" faculdade, e depois tenha "esta" profissão, e depois faça "assim" e se case com "fulano", e que tenha "essas" garantias e tal, e tal, e tal, e tal...           

Pai e mãe, deixem de atrapalhar a vida do seu filho! Deixem de desviar o seu filho do caminho! Deixem! Porque vocês não o estão levando à felicidade. Vocês estão o levando à infelicidade. Porque é bíblico: Deus já criou seu filho - e sua filha - para as boas obras que, de antemão, Ele já preparou para que eles praticassem. E não aquilo que vocês querem. Não o estudo que vocês querem. Não a faculdade e a profissão que vocês querem, no lugar que vocês querem. Casando-se com a pessoa que vocês querem por causa de seus interesses, por causa da sua necessidade em dar garantias para seus filhos. Não é nada disso!           

Eu sei que vocês fazem isso por amor. Um amor mal-entendido. Um amor, mas sem discernimento. E Deus está dizendo a vocês: não impeçam seu filho de seguir sua vocação.
Monsenhor Jonas Abib

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

I Pega Fogo Brasília

Começa hoje:


Perfumes de São Pio

Meu Jesus, salva a todos; eu me ofereço como vítima por todos; fortalece-me, toma este coração, completa com teu Amor e logo me manda o que quiseres.

Mantenhamos bem gravado em nossa mente o que disse o divino Professor: em nossa paciência, possuiremos nossa alma.

O Espírito de Deus é um Espírito de Paz, e inclusive nas faltas mais graves nos faz sentir uma dor tranquila, humilde, cheia de confiança, e isso depende precisamente da sua Misericórdia.
Ao contrário, o espírito do demônio excita, encoleriza e nos faz provar da dor que causa a ira contra nós mesmos, quando, ao contrário, a primeira caridade que devemos empregar é a caridade com nós mesmos.
Então, se alguns pensamentos te agitam, pensa que essa agitação jamais vem de Deus que te dá uma tranquilidade porque é Espírito de Paz, e sim do diabo. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Catequese do Papa Bento XVI sobre meditação

Queridos irmãos e irmãs,            

Estamos ainda sobre a luz da Festa da Assunção, que – como já disse – é uma Festa da Esperança. Maria chegou ao Paraíso e este é o nosso destino: todos nós podemos alcançar o Paraíso. A questão é: como?


Maria chegou. Ela – diz o Evangelho – é “aquela que acreditou no cumprimento daquilo que disse o Senhor” (Lc 1,45). Então, Maria acreditou, confiou em Deus e entrou com a sua na vontade do Senhor e este é, justamente, o caminho correto, estrada em direção ao Paraíso. Acreditar, confiar no Senhor, entrar na sua vontade: esse é o caminho essencial.                

Hoje não queria falar sobre todo esse caminho da fé, mas só sobre um pequeno aspecto da vida da oração que é a vida de contato com Deus, isto é, sobre a meditação.                

E o que é a meditação? Quero dizer “fazer meditação” daquilo que Deus fez e não esquecer seus tantos benefícios (cfr Sal 103, 2b).   

Normalmente vemos somente as coisas negativas; devemos ter em nossa memória também as coisas positivas, os dons que Deus nos deu, sermos atentos aos sinais positivos que vêm de Deus e recordar disso. Então, falamos de um tipo de oração que na tradição cristã é chamada “oração mental”.               

Nós conhecemos normalmente a oração com palavras, naturalmente também mente e coração devem estar presentes nesta oração, mas falemos hoje sobre uma meditação que não é de palavras, mas um ‘entrar em contato’ com a nossa mente no coração de Deus. E Maria é um modelo muito real. 

O evangelista Lucas repete diversas vezes que Maria “conservava todas aquelas palavras, meditando-as no seu coração” (2,19; cfr 2,51b). Vale não esquecer que ela é atenta a todo aquilo que o Senhor lhe disse e fez, e meditava, isto é, tinha contato com diversas coisas, aprofundando-as em seu coração.      
Ela, portanto, que “acreditou” no anúncio do Anjo e se fez instrumento para que a Palavra eterna do Altíssimo pudesse encarnar-se, acolhendo no seu coração o maravilhoso prodígio do nascimento do homem-divino, meditou-o, ela concentrou-se na reflexão sobre aquilo que Deus estava operando nela, para acolher a vontade divina na sua vida e corresponder-Lhe.     

O mistério da encarnação do Filho de Deus e a maternidade de Maria é algo tão grande que requer um processo de interiorização, não é somente algo físico que Deus opera nela, mas é algo que exige uma interiorização por parte de Maria, que busca aprofundar na inteligência, interpretando o sentido, para compreender suas implicações e as consequências.         

Assim, dia após dia, no silêncio da vida cotidiana, Maria continuou a acolher em seu coração os sucessivos eventos admiráveis dos quais ela era testemunha, até a prova extrema da Cruz e a alegria da Ressurreição.              
Maria viveu plenamente sua existência, seus deveres cotidianos, sua missão de mãe, mas soube manter em si um espaço interior para refletir sobre a palavra e a vontade de Deus, sobre aquilo que chegava a ela, sobre os mistérios da vida de seu Filho.              
Em nosso tempo, somos absorvidos por tantas atividades e empenhos, preocupações e problemas, normalmente essas coisas ocupam todo o espaço do nosso dia, sem deixar um momento para parar e refletir e nutrir a vida espiritual, o contato com Deus. 

Maria nos ensina o quanto é necessário encontrar nas nossas jornadas, com todas as atividades, momentos para nos recolhermos em silêncio meditar sobre quanto o Senhor nos quer ensinar, sobre como está presente e age o mundo e nossa vida: ser capaz de parar um momento e meditar.              

Santo Agostinho compara a meditação dos mistérios de Deus com a assimilação dos alimentos e usa um verbo que ocorre ao longo da tradição cristã: “ruminar” os mistérios de Deus, isto é, fazer isso continuamente, ressoar em nós mesmos, porque nos tornamos família, guiando nossa vida, nutrindo-nos com o alimento necessário para nos sustentar.               

E Santo Boaventura, referindo-se as palavras da Sagrada Escritura diz que “são sempre ruminadas para poder fixar com ardente aplicação de animo” (Coll. In Hex, ed. Quaracchi 1934, p. 218).           

Meditar, portanto, quer dizer criar em nós uma situação de acolhimento, de silêncio interior, para refletir, assimilar os mistérios da nossa fé e aquilo que Deus opera em nós; e não somente as coisas que vão e bem.             
Podemos fazer esta “ruminação” de vários modos, tendo, por exemplo, uma breve leitura da Sagrada Escritura, sobretudo dos Evangelhos, os Atos dos Apóstolos, as Cartas dos Apóstolos, ou mesmo uma página de um autor de espiritualidade próxima a nós e ter mais presente as realidades de Deus nos nossos dias, talvez também nos reconciliando com um confessor ou diretor espiritual , lendo e refletindo sobre isso, apoiando nisso, buscando compreender, entender o que isso me diz, o que diz hoje, abrir nossa alma àquilo que o Senhor quer nos dizer e nos ensinar.           

Também o Santo Rosário é uma oração de meditação: repetindo o ‘Ave Maria’ somos convidados a repensar e refletir sobre o Mistério que proclamamos.  Mas podemos nos concentrar mesmo sobre qualquer intensa experiência espiritual, sobre palavras que nos fizeram impressão durante comunhão da Eucaristia dominical. Assim, vocês podem ver que existem muitas maneiras de meditar e, assim, de estar em contato com Deus e aproximar-se de Deus, e, deste modo, estar no caminho em direção ao Paraíso.    

Queridos amigos, a constancia de dar tempo a Deus é um elemento fundamental para o crescimento espiritual; será o Senhor próprio a doar-nos o gosto dos Seus mistérios, das Suas palavras, da Sua presença e ação, sentir como é lindo quando Deus fala conosco; isso nos fará compreender de modo mais profundo o que Ele quer de nós, de mim.                
Por fim, é justamente este o objetivo da meditação: nos colocar sempre mais nas mãos de Deus, com confiança e amor, certos que somente no fazer a Sua vontade seremos por fim realmente felizes. 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Cantinho de Maria

Todos os dias, dum extremo da terra ao outro, no mais alto dos céus, no mais profundo dos abismos, tudo prega, tudo exalta a incomparável Maria. Os nove coros de anjos, os homens de todas as idades, condições e religiões, os bons e os maus, os próprios demônios são obrigados, de bom ou mau grado, pela força da verdade, a proclamá-la bem-aventurada. Vibra nos céus, como diz São Boaventura, o clamor incessante dos anjos: Sancta, sancta, sancta Maria, Dei Genitrix et Virgo; e milhões e milhões de vezes, todos os dias, eles lhe dirigem a saudação angélica: Ave Maria..., prosternando-se diante dela e pedindo-lhe a graça de honrá-los com suas ordens. E a todos se avantaja o príncipe da corte celeste, São Miguel, que é o mais zeloso em render-lhe e procurar toda sorte de homenagens, sempre atento, para ter a honra de, à sua palavra, prestar um serviço a algum de seus servidores.

Toda a terra está cheia de sua glória, particularmente entre os cristãos, que a tomam como padroeira e protetora em muitos países, províncias, dioceses e cidades. Inúmeras catedrais são consagradas sob a invocação do seu nome. Igreja alguma se encontra sem um altar em sua honra; não há região ou país que não possua uma de suas imagens milagrosas, junto das quais todos os males são curados e se obtêm todos os bens. Quantas confrarias e congregações erigidas em sua honra! Quantos institutos e ordens religiosas abrigados sob seu nome e proteção! Quantos irmãos e irmãs de todas as confrarias, e quantos religiosos e religiosas a entoar os seus louvores, a anunciar as suas maravilhas! Não há criancinha que, balbuciando a Ave Maria, não a louve; mesmo os pecadores, os mais empedernidos, conservam sempre uma centelha de confiança em Maria. Dos próprios demônios do inferno, não há um que não a respeite, embora temendo.

Depois disto é preciso dizer, em verdade, com os santos:

De Maria nunquam satis... Ainda não se louvou, exaltou, honrou, amou e serviu suficientemente a Maria, pois muito mais louvor, respeito, amor e serviço ela merece!

São Luís Maria Grignion de Montfort
Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, p 20-22

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Como encontrar a vontade de Deus?

Aprendi com monsenhor Jonas que a vontade de Deus é uma descoberta realizada ao longo de uma vida pautada por uma vida de oração e espiritualidade disciplinadas, direção espiritual, exercício nas virtudes que de modo pessoal nos santificam e pelo tempo, este grande amigo de Deus.


Simples? Sim! Talvez exatamente por isso nos perdemos sem necessidade. É que parece que temos necessidade de reinventar o que os santos já nos indicam há tanto tempo... Hoje, você precisa voltar ao caminho original! 
Com carinho e orações! 






Ricardo Sá
Comunidade Canção Nova

Oração de joelhos

Bom dia!
Neste vídeo o Padre Paulo Ricardo nos ensina sobre como rezar com nosso corpo e o significado de rezar com os joelhos:

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Quaresma de São Miguel Arcanjo


Boa tarde!

Hoje, no dia da Assunção de Maria, se inicia a quaresma em honra a São Miguel Arcanjo. As orações se estendem até o dia 29 de setembro, data em que é comemorada a festa do nosso baluarte.
Para acessar as orações da quaresma ou saber um pouco mais sobre o Príncipe da Milícia Celeste, acesse:
http://www.cancaonova.com/portal/canais/especial/sao_arcanjo/


X Abraço do Pai - Comunidade Vida Nova


Música da Semana!

Bom dia!
Nesta semana, que inicia com o Senhor nos dizendo na liturgia de hoje: "Se tu queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu" (Mt 19, 21), desejamos que você saiba em qual tesouro deve ser depositado o seu coração! E que nada e nem ninguém ocupe o lugar de Deus em sua vida!  
Saiba, ainda, que vale a pena seguir o caminho da perfeição proposto por Jesus, pois não há aquele que tenha deixado algo pelo Reino dos Céus que não tenha recebido cem vezes mais e que não tenha encontrado no Senhor sua alegria!
Você, fazendo do Senhor a sua herança, receberá da parte Dele a herança da vida eterna, esta, que vale a pena vender tudo o que temos, pois receberemos como recompensa a graça de contemplar Aquele que tanto nos ama face a face.
Que Maria, aquela que nunca reteu nada perante o Senhor, seja sua guia nesse caminho de perfeição.
Paz e Bem!

domingo, 14 de agosto de 2011

Um vinho diferente

O amor sempre renova e transforma as coisas na nossa vida

Karasuki e Mikaia casaram-se já com uma boa idade. Com grande surpresa e alegria tiveram um filho. Criaram-no com todo o amor e as atenções possíveis e, apesar de serem muito pobres, conseguiram colocá-lo na escola da vila para que crescesse, também, em sabedoria. O rapaz, quando voltou para casa, tinha o único desejo de desobrigar-se com os seus pais.

– O que é que os senhores gostariam mesmo que eu fizesse para mostrar-lhes a minha gratidão? – perguntou o jovem.

 
– Nada vale mais do que a sua presença aqui conosco – responderam os pais – mas se quiser mesmo nos dar um presente, veja se consegue arrumar um pouco de vinho para nós. Gostamos muito de vinho e faz muito tempo que não o saboreamos mais.

O jovem não tinha um tostão. Um dia, porém, juntando lenha na mata, encontro uma fonte. Bebeu da água e achou que tinha um gosto extraordinário, parecia vinho. Encheu uma garrafa e a levou para os pais.

– Eis aqui o meu presente; aproveitem bem - disse o filho. Os pais experimentaram a água e, apesar de não perceber nenhum gosto além do da água, mostraram alegria e agradeceram muito ao filho pelo presente.

– Na próxima semana, vou trazer mais - disse-lhes o jovem. E assim ele fez por muitas semanas. Os pais toparam a brincadeira: bebiam a água com grande entusiasmo e ficavam felizes de verem a alegria também no rosto do filho. Aconteceu, então, uma coisa: as doenças dos pais desapareceram e as suas rugas se aplainaram, como se aquela água fosse milagrosa. E na realidade era assim, porque nada faz os pais mais felizes do que receber um presente dos seus filhos, qualquer que seja o valor deste dom.

(...) 

Devemos reconhecer que muitas coisas poderiam melhorar em nossas famílias. Não falo dos pais que abandonam ou se descuidam dos filhos; e também dos filhos que não ligam mais para os pais quando adoecem ou ficam idosos. Nesses casos, o que falta mesmo é o amor. Falo das famílias boas, onde aparentemente tudo se faz para o bem, mas onde aos poucos pode entrar a mentalidade interesseira, que caracteriza o nosso tempo. Com efeito, tem pais que projetam a si mesmo nos filhos e querem que estes cheguem lá aonde eles não chegaram, ou alcancem metas que estão acima das suas forças ou da sua idade. Criança tem direito de brincar e, crescendo, tem direito também de escolher. Claro que deve ser ajudada e educada, mas as imposições ou as chantagens afetivas – se me quer bem faça o que eu quero – antes ou depois, são desmascaradas e geram revolta ou insatisfação.

Existem também filhos que somente cobram dos seus pais como se eles tivessem a obrigação de lhes dar tudo de mão beijada. Obviamente essas crianças e adolescentes olham sempre para os colegas mais abastecidos e só enxergam o que lhes falta: celular, roupa de marca, tênis, notebook, raramente conseguem ver o esforço dos pais para lhes dar coisas mais importantes como a casa, a comida, a saúde e os estudos, o amor e… A fé, para quem é feliz de acreditar em Deus . Acontece que alguns jovens acham mesmo que os pais têm somente obrigações com eles, assim, pouco ou nada agradecem. A casa da família vira um hotel e o quarto deles uma fortaleza impenetrável, cheia de segredos e de confusão.

É fácil entender que o amor que Jesus nos ensina é gratidão, partilha, entrosamento e unidade. Bens preciosos para uma vida agradável e construtiva. Ser dignos de Jesus significa segui-lo, bem de perto, assumindo para valer todos os compromissos do discípulo. É nas nossas famílias que aprendemos a amar com sinceridade e simplicidade. Todo lar deveria ser uma escola de amor, para que esse amor crescesse com o tempo e se abrisse a mais amigos e irmãos, aos pobres e aos sofredores. Se a família não cumpre esta missão pode distorcer ou desviar os jovens do seguimento de Jesus e do amor ao próximo. Seus filhos serão famosos, terão sucesso, ficarão ricos, mas sem conhecer a alegria de doar e servir. Terão dificuldade a doar nem que seja um copo de água! Ficarão pobres, sem amor e sem fé.

Toda vitória sobre o egoísmo exige esforço, sacrifício: é a cruz – pede dedicação – aprender a doar algo de nós mesmos, da nossa vida, tempo e energias. Cresce com a humildade de saber dar atenção aos outros, de acolher um profeta, de se deixa incomodar pelos pequeninos. O amor sempre renovará e transformará as coisas e a vida: a água em vinho, as doenças em saúde, o egoísmo em generosidade e dedicação.

Dom Pedro José Conti
Bispo de Macapá

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Retiro para casais!

A cada dia precisamos de mais casais que saibam viver o verdadeiro amor que vem de Deus, por issso, convidamos à todos os casais a participararem do retiro para casais "AMAR É DECISÃO" que acontecerá nos dias 9,10 e 11 de setembro na casa de retiro santa cruz da paróquia santa terezeinha, mais informações com Poliane (8604-3891 ou 9952-0011), realização grupo "NO COLO DE MARIA".


Perfumes de São Pio

Filho, você não sabe o que produz a obediência. Te explico: por um sim, somente por um sim, fiat secundum verbum tuum, para fazer a vontade de Deus, Maria chegou a ser a Mãe do Altíssimo, declarando que era sua serva e conservando a virgindade que era tão agradável para Deus e para ela.
Por aquele sim, pronunciado por Maria Santíssima, o mundo obteve a salvação e a humanidade foi redimida.
Nós também, façamos sempre a vontade de Deus e digamos também sempre sim ao Senhor!

Se devemos ter paciência para suportar as misérias alheias, tanto mais devemos suportar a nós mesmos. Em suas infidelidades diárias humilhe-se, humilhe-se, humilhe-se sempre. Quando Jesus te ver humilhado até o chão, estenderá sua mão e pensará Ele mesmo em atrair-te para si.

O amor tudo esquece, tudo perdoa, dá tudo sem reservas!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Santa Clara: a Igreja deve muito a mulheres corajosas e ricas de fé como ela


Cidade do Vaticano, 11 ago (RV) - A Igreja celebra, nesta quinta-feira, a memória litúrgica de Santa Clara de Assis. Bento XVI, na audiência geral de 15 de setembro do ano passado a definiu "uma das santas mais amadas": "o seu testemunho nos mostra o quanto toda a Igreja é devedora a mulheres corajosas e ricas de fé como ela, capazes de dar um impulso decisivo para a renovação" – afirmou.            

O Papa recordou o momento forte da conversão de Clara de Assis, ocorrida 800 anos atrás: de família nobre e rica e destinada pelos pais a um matrimônio com um importante expoente da aristocracia, Clara deixou tudo e foi até São Francisco, na Porciúncula. 

Era a noite do Domingo de Ramos de 1211:       

"Num clima de grande comoção geral foi feito um gesto altamente simbólico: enquanto os seus companheiros tinham em mãos tochas acesas, Francisco cortou-lhe os cabelos e Clara vestiu um simples hábito penitencial. A partir daquele momento tornou-se a virgem esposa de Cristo, humilde e pobre, e a Ele consagrou-se totalmente."             

Clara encontrou em Francisco não somente um mestre, mas também um amigo fraterno:            

"A amizade entre esses dois santos constitui um aspecto muito bonito e importante. De fato, quando duas almas puras e inflamadas pelo mesmo amor por Deus se encontram, elas adquirem da recíproca amizade um estímulo fortíssimo para percorrer o caminho da perfeição. A amizade é um dos sentimentos humanos mais nobres e elevados que a Graça divina purifica e transfigura."             

Santa Clara viveu 40 anos no Convento de São Damião em total pobreza fazendo os trabalhos mais humildes, não obstante fosse a superiora. Clara manteve-se no anonimato, mas a sua luz ilumina o mundo inteiro: 

"É justamente assim, caros amigos: são os santos que mudam o mundo, para melhor, transformam-no de modo duradouro, oferecendo as energias que somente o amor inspirado pelo Evangelho pode suscitar. Os santos são os grandes benfeitores da humanidade!"     

O Pontífice cita as palavras de Clara a Santa Inês, filha do rei da Boêmia – região atualmente incorporada à República Tcheca –, que segue as suas pegadas, onde fala de Cristo, seu dileto Esposo, "com expressões nupciais que podem surpreender, mas que comovem":         

"Amando-o, sois casta, tocando-o, sois mais pura, deixando-vos possuir por Ele sois virgem. A sua potência é mais forte, a sua generosidade é mais elevada, o seu aspecto é mais belo, o amor é mais suave e toda graça é mais sutil. Já estais abraçado a Ele, que ornamentou vosso peito com pedras preciosas... e vos coroou com uma coroa de ouro inscrita com o sinal da santidade" (Primeira Carta: FF, 2862). (RL)



Fonte: Rádio Vaticana

Catequese do Papa Bento XVI sobre oração e silêncio

Ontem, o Papa Bento XVI, em sua catequese, nos ensinou sobre oração e silêncio:

Queridos irmãos e irmãs,            

Em cada época, homens e mulheres que consagraram a vida a Deus na oração – como os monges e as monjas – estabeleceram suas comunidades em lugares particularmente belos, no campo, nas montanhas, em vales, montanhas, lagos ou junto ao mar, ou mesmo em pequenas ilhas. Estes lugares unem dois elementos muito importantes para a vida contemplativa: a beleza da criação, que permanece àquela do Criador, e o silêncio, garantindo a partir do afastamento das cidades e dos grandes meios de comunicação.           

O silêncio é a condição ambiental que melhor favorece o recolhimento, a escuta de Deus, a meditação. Já o fato de apreciar o silêncio, para deixar-se, por assim dizer, "encher-se" pelo silêncio, predispõe-nos à oração.      

O grande profeta Elias no Monte Horeb - isto é, o Sinai - assistiu a uma onda de vento, então, um terremoto, e, por fim, flashes de fogo, mas em nada disso reconheceu a voz de Deus, mas reconheceu-O numa leve brisa (cf 1 Reis 19,11-13).     

Deus fala no silêncio, mas é preciso saber escutar. Por isso, os monastérios são oásis no qual Deus fala a humanidade; e neles se encontram o claustro, um lugar simbólico, porque é um espaço fechado, mas aberto para o céu.           

Amanhã [quinta-feira, 11 de agosto], queridos amigos, faremos memória de Santa Clara de Assis. Por isso, gostaria de recordar um destes “oásis” do espírito, particularmente querido para a família franciscana e para todos os cristãos: o pequeno convento de São Damião, situado logo abaixo da cidade de Assis, no meio de olivais inclinada em direção a Santa Maria dos Anjos.              

Nesta igrejinha, a qual Francisco restaurou depois de sua conversão, Clara e suas primeiras companheiras estabeleceram sua comunidade, vivendo de oração e de pequenos trabalhos. Se chamavam as “Irmãs Pobres”, e a forma de vida delas era a mesma dos Frades Menores: “Observando o santo Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo (Regra de Santa Clara, I, 2), conservando a união pela caridade recíproca (cfr ivi, X, 7) e observando em particular a pobreza e a humildade vivida por Jesus e sua santíssima Mãe (cfr ivi, XII, 13).

O silêncio e a beleza do lugar no qual vive a comunidade monástica – beleza simples e austera – constituem um reflexo da harmonia espiritual que a comunidade mesma busca realizar. O mundo está cheio destes "oásis do espírito", alguns muito antigos, particularmente na Europa, outros recentes, outros restaurados por novas comunidades.           

Olhando as coisas numa ótica espiritual, estes lugares do espírito são estruturas importantes no mundo! E não é por acaso que muitas pessoas, especialmente nos períodos de pausa, visitam estes lugares e ali ficam por alguns dias: até a alma, graças a Deus, tem suas exigências!          

Recordemos, assim, Santa Clara. Mas recordemos também outras figuras de santos que nos chamam a importância de voltar o olhar “às coisas do céu”, como Santa Edith Stein, Teresa Benedita da Cruz, carmelitana, co-padroeira da Europa, celebrada ontem [terça-feira, 9 de agosto].        

E hoje, 10 de agosto, não podemos esquecer de São Lourenço, diácono e mártir , com uma felicitação especial aos romanos, que desde sempre o veneraram como um dos seus padroeiros. E por fim, voltemos nosso olhar a Virgem Maria, para que nos ensine a amar o silêncio e a oração.      

"Eu parei pra escutar o Senhor, sua voz ressoou em meu coração; Eu parei pra escutar o Senhor, sua voz calou o meu coração!"

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cantinho de Maria

Porque quero revê-la em ti

Entrei na Igreja um dia e, com o coração cheio de confidência, perguntei-lhe:
"Por que quiseste ficar na terra, em todos os pontos da Terra, na dulcíssima Eucaristia, e não encontraste um modo, Tu que és Deus, de trazer e deixar também Maria, a Mãe de todos nós que peregrinamos?"
No silêncio, parecia responder:
"Não a trouxe porque quero revê-la em ti. Mesmo que não sejais imaculados, o meu amor vos virginizará, e tu, vós, abrireis braços e corações de mães à humanidade, que, como outrora, tem sede de seu Deus e da Mãe d'Ele.
A vós, ora, cabe lenir as dores, as chagas, as lágrimas. Canta as ladainhas e procura espelhar-te nelas". 

Chiara Lubich

Comunhão e sexo antes do matrimônio

Bom dia!

Hoje, neste vídeo excelente, o Padre Paulo Ricardo nos ensina sobre fé, castidade, sexo antes do casamento, misericórdia e comunhão:


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Hora Santa


Vocação e Felicidade


No diálogo Sobre a velhice, de Cícero, o maior orador romano, encontra-se este pensamento muito apropriado para quem deseja refletir sobre sua vocação cristã e humana neste mês vocacional: “Vivi de tal forma, que sinto não ter nascido em vão”.

Todo ser humano desembarca neste mundo vocacionado a ser humano. Essa é a vocação primeira e fundamental da existência humana. Os caminhos que lhe são propostos, no decurso de sua trajetória, devem conduzi-lo a tal meta. E são muitos os atalhos que ele encontra, cuja escolha depende do seu perfil pessoal e do meio onde se encontra. À medida que seleciona o certo e o percorre, cresce interiormente e integra-se melhor na sua comunidade mediante o serviço e o testemunho. E assim, de opção em opção, concretiza sua missão sobrenatural e histórica, que, conforme a antropologia cristã, faz parte do projeto divino da criação. 

Quando isso acontece, a pessoa realiza sua vocação e pode fazer suas as palavras de Cícero, porque está vivendo “de tal modo”, que tem a certeza de que, no fim, receberá o laurel dos grandes lutadores.

E qual é esse modo? É caminhar atento às solicitações do cotidiano, sem aguardar oportunidade de realizar façanhas notáveis. Estas, às vezes, são pedidas, mas não são o apelo mais comum no trivial da vida.

Entretanto o ser humano também está aqui para ser relativamente feliz, como antecipação da eterna bem-aventurança. E não há como viver a paz do Ressuscitado quando são deixados espaços vazios na sua vida.


D. Geraldo Majella Agnelo
Cardeal Arcebispo Emérito de Salvador

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Música da Semana!

Boa tarde!
Nesta semana, que iniciamos com Pedro se lançando ao mar para ir ao encontro de Jesus após ouvir: "Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!" (Mt 14,22), desejamos que você também se lance à vontade do Senhor! Que tenha a coragem de sair de sua segurança sabendo que é o Senhor quem te diz "Vem!"  
Desejamos que saiba também que você é chamado a ser como Pedro não somente no se lançar ao mar, mas a superar suas inconstâncias e se decidir por Aquele que todos os dias conquista o seu coração, Aquele que vale a pena dar a vida e a assumir a missão de ser pescador de almas.
Que Maria, a mãe que sustenta cada um que é chamado pelo Senhor, esteja contigo durante toda a semana!
A paz!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Canta Jardim

É domingo!

Perfumes de São Pio

"Amemos a Jesus, por sua grandeza divina, por seu poder no Céu e na terra, por seus méritos infinitos, mas também, e principalmente, por razões de gratidão. Se ele tivesse sido menos bom conosco e mais severo, haveríamos pecado muito menos!... Mas o pecado, quando é seguido pela dor profunda de o ter cometido, pelo propósito leal de não repeti-lo mais, pela viva sensação do grande mal que com ele causamos à Misericórdia de Deus; quando, rasgamos as fibras mais resistentes do coração e brotam lágrimas sinceras de arrependimento e amor, o pecado mesmo, filho meu, chega a ser uma camada que nos cerca, que nos levanta, que com mais segurança nos leva a Ele."  

"Jesus meu, doçura minha, amor meu, amor que me sustenta!"

"Oh, se eu tivesse infinitos corações, todos os corações do Céu e da terra, de tua Mãe, oh Jesus, te ofereceria todos, todos a Ti!"



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Dia de São João Maria Vianney

Hoje é dia de São João Maria Vianney, o padroeiro dos sacerdotes!
Desejamos que, a exemplo de seu padroeiro, os sacerdotes se entreguem em amor a Deus e à Igreja!
Da nossa parte, cabe amar os sacerdotes e saber que são escolhidos para que através de suas mãos Deus permanecesse conosco através dos sacramentos!  
Abaixo, uma frase do santo que celebramos hoje! Que nós e os sacerdotes amemos ao Senhor a exemplo de São Cura D'ars:

"Meu Deus, eu vos amo, e meu único desejo é amar-vos até o último suspiro da minha vida. Meu Deus infinitamente amável, eu vos amo e preferia morrer amando-vos a viver sem vos amar. Senhor, eu vos amo, e a única graça que vos peço é amar-vos eternamente... Meu Deus, se minha língua não pode dizer a cada instante que eu vos amo, quero que meu coração vo-lo repita tantas vezes quantas eu respiro" (São João Maria Vianney)


Catequese do Papa sobre oração e leitura da bíblia

Queridos irmãos e irmãs!

Estou muito contente de ver vocês aqui na praça de Castel Gandolfo e de retomar as audiências interrompidas no mês de julho.
Eu gostaria de continuar com o tema que iniciamos, isto é, uma “escola de oração”, e que, hoje, de modo um pouco diferente, sem nos distanciarmos do tema, assinalar alguns aspectos de caráter espiritual e concreto, que me parecem úteis não só para quem vive em certas partes do mundo um período de férias de verão , como nós [na Europa], mas também para todos aqueles que estão empenhados no trabalho cotidiano.
Quando temos um momento de pausa em nossas atividades, de modo especial durante as férias, normalmente pegamos nas mãos um livros que desejamos ler. E é justamente sobre este aspecto que gostaria hoje de destacar.
Cada um de nós tem necessidade de um tempo e um espaço para se recolher, meditar, se acalmar... Graças a Deus é assim!
De fato, esta experiência nos mostra que não somos feitos só para trabalhar, mas também para pensar, refletir, ou simplesmente para seguir com a mente e com o coração uma história, uma história que nos coloca de um certo modo “perdidos” para depois nos re-encontrarmos enriquecidos. 
Naturalmente, muitos desses livros de leitura que pegamos durante as férias são, na sua maioria, para “fugir” [da realidade] e isso é normal. Entretanto, várias pessoas, particularmente aquelas que podem ter um espaço de pausa e de relaxamento prolongado, se dedicam a ler algo mais empenhativo.
Gostaria agora de fazer uma proposta: por que não descobrir alguns livros da Bíblia que normalmente não são conhecidos? Ou aqueles que talvez escutamos qualquer pedaço durante a Liturgia, mas que jamais lemos por inteiro?
Na realidade, muitos cristãos nunca leram a Bíblia e tem um conhecimento muito limitado e superficial. A Bíblia – como diz o nome – é uma coleção de livros, um pequena “biblioteca”, nascida com o passar de um milênio.
Alguns desses livrinhos que a compõe permanecem quase que desconhecidos para a maior parte das pessoas, também para bons cristãos. Alguns são bem breves, como o “Livro de Tobias”, um livro que contem um sentido muito alto de família e de matrimônio; o Livro de Ester, no qual a rainha judia, com a fé e a oração, salva seu povo do extermínio. Ou ainda um mais breve: o Livro de Rute,  uma estrangeira que conhece Deus e experimenta sua providência. Estes pequenos livros podem ser lidos por inteiro em uma hora.
Mais desafiadores, e verdadeiras obras primas, são: o Livro de Jó, que aborda a grande problemática da dor do inocente; o Eclesiastes que debate a desconcertante modernidade na qual coloca em discussão o sentido da vida e do mundo; e o Cântico dos Cânticos, estupendo poema simbólico do amor humano.
Como vocês podem ver, estes são todos livros do Antigo Testamento. E o Novo? Certo, o Novo Testamento é mais conhecido e são gêneros menos diversificados. Porém, a beleza de ler um Evangelho completo é a descoberta, bem como recomendo os Atos dos Apóstolos ou uma das Cartas.
Em conclusão, queridos amigos, hoje, quero sugerir de ter em mãos, durante às férias ou nos momentos de pausa, a santa Bíblia, para apreciá-la de modo novo, lendo subsequentemente alguns de seus Livros, aqueles menos conhecidos e também aqueles mais notáveis, como o Evangelho, mas uma leitura contínua.
Fazendo assim, os momentos de descanso podem-se tornar, além de um enriquecimento cultural, também um nutrimento do espírito, capaz de alimentar o conhecimento de Deus e o diálogo com Ele, na oração.
Esta parece ser uma uma boa ocupação para as férias: pegar um livro da Bíblia tendo um momento de descontração e, ao mesmo tempo, entrar no grande espaço da Palavra de Deus e aprofundar nosso contato com o Eterno, justamente como propósito do tempo livre que o Senhor nos dá.