segunda-feira, 29 de abril de 2013

Amamos Jesus e por isso amamos o Papa!

"O Papa, Bispo de Roma e sucessor de São Pedro, 'é o perpétuo e visível princípio e fundamento da unidade, quer dos Bispos, quer da multidão dos fiéis'. Com efeito, o Pontífice Romano, em virtude de seu múnus de Vigário de Cristo e de Pastor de toda a Igreja, possui na Igreja poder pleno, supremo e universal. E ele pode exercer sempre livremente este seu poder". Parágrafo 882 do Catecismo da Igreja Católica


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Catequese do Papa Francisco sobre o Credo





CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 24 de abril de 2013

Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

No Credo nós professamos que Jesus “de novo virá na glória para julgar os vivos e os mortos”. A história humana começou com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus e se conclui com o juízo final de Cristo. Muitas vezes nos esquecemos destes dois pólos da história, e sobretudo a fé no retorno de Cristo e no juízo final às vezes não é assim tão clara e forte no coração dos cristãos. Jesus, durante a vida pública, concentrou-se sempre na realidade da sua última vinda. Hoje gostaria de refletir sobre três textos evangélicos que nos ajudam a entrar neste mistério: aquele das dez virgens, aquele dos talentos e aquele sobre o juízo final. Todos os três fazem parte do discurso de Jesus sobre os fins dos tempos, no Evangelho de São Mateus.

Antes de tudo, recordamos que, com a Ascensão, o Filho de Deus levou para junto do Pai a nossa humanidade por Ele assumida e quer atrair todos a si, chamar todo mundo a ser acolhido entre os braços abertos de Deus, a fim de que, ao final da história, toda a realidade seja entregue ao Pai. Há , porém, este “tempo imediato” entre a primeira vinda de Cristo e a última, que é propriamente o tempo que estamos vivendo. Neste contexto do “tempo imediato” coloca-se a parábola das dez virgens (cfr Mt 25,1-13). Trata-se das dez moças que esperavam a chegada do Esposo, mas estes demoram e elas adormecem. Ao anúncio repentino de que o Esposo está chegando, todas se preparam para acolhê-lo, mas enquanto cinco dessas, prudentes, levaram o óleo para alimentar as próprias lâmpadas, as outras, tolas, permanecem com as luzes apagadas porque não o têm; e enquanto o procuram chega o Esposo e as virgens tolas encontram fechada a porta que introduz à festa de casamento. Batem insistentemente, mas agora é tarde demais, o Esposo responde: não vos conheço. O Esposo é o Senhor, e o tempo de espera pela sua chegada é o tempo que Ele nos dá, a todos nós, com misericórdia e paciência, antes de sua vinda final; é um tempo de vigilância; tempo no qual devemos ter acesas as lâmpadas da fé, da esperança e da caridade, no qual ter aberto o coração ao bem, à beleza e à verdade; tempo de viver segundo Deus, porque não conhecemos nem o dia, nem a hora do retorno de Cristo. Aquilo que nos foi pedido é para estarmos preparados para o encontro – preparados para um encontro, para um belo encontro, o encontro com Jesus – , que significa saber ver os sinais da sua presença, ter viva a nossa fé, com a oração, com os Sacramentos, ser vigilantes para não adormecermos, para não nos esquecermos de Deus. A vida de cristãos adormecidos é uma vida triste, não é uma vida feliz. O cristão deve ser feliz, a alegria de Jesus. Não nos adormeçamos!

A segunda parábola, aquela dos talentos, faz-nos refletir sobre a relação entre como usamos os dons recebidos de Deus e o seu retorno, no qual nos perguntará como os utilizamos (cfr Mt 25,14-30). Conhecemos bem a parábola: antes da partida, o patrão dá a cada servo alguns talentos, a fim de que sejam utilizados bem durante a sua ausência. Ao primeiro doa cinco, ao segundo dois e ao terceiro um. No primeiro dia de ausência, os dois primeiros servos multiplicam os seus talentos – estes são moedas antigas – , enquanto o terceiro prefere enterrar o próprio e conservá-lo intacto para o patrão. Com o seu retorno, o patrão julga os seus operários: elogia os dois primeiros, enquanto o terceiro é lançado às trevas exteriores, porque escondeu por medo o talento, fechando-se em si mesmo. Um cristão que se fecha em si mesmo, que esconde tudo aquilo que o Senhor lhe deu é um cristão … não é cristão! É um cristão que não agradece a Deus por tudo aquilo que lhe deu! Isto nos faz dizer que a espera pelo retorno do Senhor é o tempo de ação – nós estamos no tempo de ação – , o tempo no qual colher os frutos dos dons de Deus não para nós mesmos, mas para Ele, para a Igreja, para os outros, o tempo no qual procurar sempre fazer crescer o bem no mundo. E em particular neste tempo de crises, hoje, é importante não se fechar em si mesmo, enterrando o próprio talento, as próprias riquezas espirituais, intelectuais, materiais, tudo aquilo que o Senhor nos deu, mas abrir-se, ser solidários, ser atentos ao outro. Na Praça, vi que há muitos jovens: é verdade isto? Há muitos jovens? Onde estão? A vocês, que estão no início do caminho da vida, pergunto: já pensaram nos talentos que Deus deu a vocês? Já pensaram em como podem colocá-los a serviços dos outros? Não enterrem os talentos! Apostem em grandes ideais, aqueles ideais que alargam o coração, aqueles ideais de serviço que tornam fecundos os vossos talentos. A vida não é dada para que a conservemos para nós mesmos, mas nos é dada para que a doemos. Queridos jovens, tenham uma grande alma! Não tenham medo de sonhar com coisas grandes!

Enfim, uma parábola sobre o trecho do juízo final, no qual vem descrita a segunda vinda do Senhor, quando Ele julgará todos os seres humanos, vivos e mortos (cfr Mt 25,31-46). A imagem utilizada pelo evangelista é aquela do pastor que separa as ovelhas dos cabritos. À direita estão colocados aqueles que agiram segundo a vontade de Deus, socorrendo o próximo que tem fome, sede, o estrangeiro, nu, doente, encarcerado – disse “estrangeiro”: penso que tantos estrangeiros que estão aqui na diocese de Roma: o que fazemos por eles? – enquanto para a esquerda vão aqueles que não socorreram o próximo. Isto nos diz que nós seremos julgados por Deus sobre a caridade, sobre como o temos amado nos nossos irmãos, especialmente os mais frágeis e necessitados. Certo, devemos sempre ter bem presente que nós somos justificados, somos salvos pela graça, por um ato de amor gratuito de Deus que sempre nos precede; sozinhos não podemos fazer nada. A fé é, antes de tudo, um dom que nós recebemos. Mas para dar frutos, a graça de Deus pede sempre a nossa abertura a Ele, a nossa resposta livre e concreta. Cristo vem trazer-nos a misericórdia de Deus que salva. A nós é pedido para nos confiarmos a Ele, para corresponder ao dom do seu amor com uma vida boa, feita de ações animadas pela fé e pelo amor.

Queridos irmãos e irmãs, olhar para o juízo final não nos cause medo; impulsione-nos para viver melhor o presente. Deus nos oferece com misericórdia e paciência este tempo a fim de que aprendamos a cada dia a reconhecê-Lo nos pobres e nos pequenos, a fim de que nos comprometamos com o bem e sejamos vigilantes na oração e no amor. O Senhor, ao término da nossa existência e da história, possa reconhecer-nos como servos bons e fiéis. Obrigado.

X Jornada Vocacional


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Vontade de Deus!

"A vocação é um diálogo entre duas liberdades, a de Deus e a do homem ou, mais exatamente, a de Deus que chama a liberdade do homem. O homem existe porque Deus o chama, e existe como ser livre justamente porque Deus o chama à existência (...) Vocês, jovens, devem testemunhar 'que o Senhor paga bem, que no seu serviço podem-se criar novos vínculos de fraternidade, que a doação ao Senhor leva a níveis de gratificação espiritual e humana impensáveis, que a dolorosa decisão de deixar tudo é compensada com a paz; que, noutras palavras, religioso é belo porque Deus é belo, que entregar-se a ele é entregar-se à plenitude'". Amedeo Cencini, Quando Deus chama.


terça-feira, 16 de abril de 2013

Dom Sérgio fala sobre nova versão do Catecismo que será lançada pela CNBB



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai lançar uma nova versão do Catecismo da Igreja Católica. A previsão é de que esta nova versão seja lançada oficialmente na manhã de quinta-feira, 18, durante a 51ª Assembleia Geral dos bispos.

O presidente da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé, Dom Sérgio da Rocha, que é arcebispo de Brasília e participa da Assembleia, informou que o pedido de atualização do Catecismo para o Brasil partiu da própria Santa Sé. Foi uma recomendação para valorizar mais o Catecismo, em especial neste Ano da Fé, tornando-o mais acessível ao povo.

O arcebispo explicou que tenta-se atingir essa maior acessibilidade de duas formas: procurando atualizar a linguagem, respeitando o que é o conteúdo original do Catecismo, e as citações bíblicas.

Dom Sérgio disse que a finalidade primeira do Catecismo da Igreja Católica era servir de base para que outros catecismos locais fossem feitos. Dessa forma, o Catecismo não substitui essas outras traduções, mas o ideal, segundo o arcebispo, é que o povo possa conhecer o conteúdo original do livro. “O ideal é que as pessoas tenham acesso ao texto do Catecismo, por isso todo esse esforço para que o Brasil, o povo brasileiro, independente de maior conhecimento, maior grau acadêmico, possa ter acesso a ele”.

Mas além de fazer com que o texto chegue às mãos das pessoas, Dom Sérgio defende a multiplicação de iniciativas de estudo do Catecismo. “Se é bom a pessoa, espontaneamente, ler o Catecismo e estudá-lo, com certeza ela terá um proveito ainda maior se isso for feito em grupo, juntos. Onde? Nas paróquias, nos movimentos, nas pastorais. E graças a Deus está havendo uma série de iniciativas”, disse.

Ano da Fé

Essa nova versão do Catecismo vem justamente durante o Ano da Fé, proclamado pelo Papa Emérito Bento XVI. Dom Sérgio lembrou que Bento XVI, na Carta Apostólica Porta Fidei, indicou o Catecismo como um dos principais instrumentos para viver esse Ano.

Essa indicação, segundo Dom Sérgio, é porque no Catecismo encontra-se conteúdos fundamentais da fé, na linha da fé professada, celebrada e vivida. “Ao lançarmos uma nova versão do Catecismo, uma versão atualizada em Língua Portuguesa para o Brasil aqui na Assembleia, estamos destacando esta relação que existe entre a celebração dos 20 anos do Catecismo da Igreja Católica e o Ano da Fé, mas em especial a relação entre o Catecismo como tal e a fé. A fé fundamenta o Catecismo, que deve ser fonte para as pessoas beberem da fé e crescerem na fé”.

O arcebispo destacou ainda a necessidade de católicos que saibam dar as razões da fé, e o Catecismo ajuda nisso. Esse processo, porém, deve ser feito não só com bom conhecimento, mas com convicção que vem da vivência. “Eu sempre digo que a fé tem a ver sim com a nossa inteligência, por isso que é preciso dar as razões da fé, mas não são razões que estão apenas na cabeça. A fé tem que passar pelo coração, pela confiança em Deus, pela esperança em Deus e pela fidelidade”, disse.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=289087

Traços de uma Vocação

"Está aqui o sentido da vocação à vida consagrada: uma iniciativa total do Pai (cf. Jo 15,16), que requer daqueles que escolhe uma resposta de dedicação plena e exclusiva (28). A experiência deste amor gratuito de Deus é tão íntima e forte que a pessoa sente que deve responder com a dedicação incondicional da sua vida, consagrando tudo, presente e futuro, nas suas mãos." Beato João Paullo II, na exortação apostólica Vita Consecrata


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Música da Semana!

Bom dia!
Nesta semana desejamos que você diga ao Senhor: Só quero a Ti!
Que esse seja o grito da tua alma, a palavra que te liberta de tantas prisões que te afastam de Jesus, que te faz amá-lo acima de todas as coisas, buscá-lo, acima de qualquer sonho ou desejo!
E que você o diga por saber que o Senhor te ama, te acolhe e escolhe! 
Que seja tua resposta a Deus, por reconhecer as maravilhas que Ele realiza em sua vida!
Que Nossa Senhora, aquela que em toda a sua vida quis à Deus, seja teu modelo!
A paz!


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Papa consagra seu pontificado à Nossa Senhora de Fátima




No próximo dia 13 de maio, na cidade portuguesa de Fátima, onde em 1917 a Virgem Maria apareceu a três crianças, o Pontificado do Santo Padre o Papa Francisco será consagrado a Bem-Aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora de Fátima.

O pedido da Consagração foi feito pelo Papa a José IV, o Cardeal Patriarca de Lisboa e Presidente da Conferência Episcopal portuguesa Dom José da Cruz Policarpo. 

O Cardeal Policarpo anunciou: “O Papa Francisco pediu-me duas vezes que consagrasse o seu novo ministério a Nossa Senhora de Fátima. É mandato que posso cumprir no silêncio da oração. 

Mas seria belo que toda a Conferência Episcopal se associasse à realização deste pedido. Maria guiar-nos-á em todos os nossos trabalhos e também na forma de dar cumprimento a este desejo do Papa Francisco”.

Neste semana o Santuário anunciou que a consagração será inserida na programação da peregrinação internacional de 12 e 13 de maio, e que no dia da memória litúrgica 13, em momento a ser definido, a consagração será feita de maneira pública e solene. 

A peregrinação internacional de maio, celebrará os 96 anos da primeira aparição de Nossa Senhora aos videntes Lúcia, Francisco e Jacinta, e será presidida pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani JoãoTempesta, O.Cister.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Senhor, amigo da vida!

"Sim, tu amas tudo o que criaste, não te aborreces com nada do que fizeste; se alguma coisa tivesses odiado, não a terias feito. E como poderia subsistir alguma coisa se não a tivesses querido? Como conservaria a sua existência se não a tivesses chamado? Mas a todos perdoas, porque são teus: Senhor, amigo da vida! (Sb 11, 24-26)"