terça-feira, 3 de março de 2015

50 Tons de Cinza e a Luz da Verdade



Eu tenho a certeza de que qualquer um que estiver lendo este artigo já viu “50 Tons de Cinza” ao ponto da saturação - uma quantidade inumerável de imagens, citações, estatísticas na página inicial do Facebook – sobre o filme inovador que colocou brinquedos sexuais no alvo de várias lojas (história verídica). No caso de você não ter ouvido falar, trata-se de um conto de um bilionário que busca obsessivamente uma universitária, atraindo-a para o mundo sadomasoquista no qual a dor dela traz a ele prazer sexual. Ele estreia não na noite de Halloween como você imagina, mas no dia dos namorados (Nos Estados Unidos). Sim, 50 Tons de Cinza está sendo “pintado” como uma história de amor. Entretanto, a cor principal nesta palheta ainda é o cinza.

Eu não quero falar mais sobre o filme. Não quero mais habitar neste cinza sombrio para termos o propósito deste texto. Eu quero fazer um sincero apelo a vocês todos, como homens e mulheres. Primeiro, às minhas queridas irmãs, depois aos meus irmãos, sobre qual deve ser a razão que tornou a história tão popular e como, eu espero, um bem maior pode vir disto.